Inglaterra vence Suíça e conquista terceiro lugar na Liga das Nações

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A Inglaterra bateu este domingo a Suíça – com recurso a um desempate por grandes penalidades (5-6), após o nulo que persistiu até ao final do prolongamento – no encontro de atribuição dos terceiro e quarto lugares da final a quatro da Liga das Nações, disputado no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, conquistando um lugar no pódio da competição.

Com Harry Kane no onze inicial de Inglaterra – que, tal como a Suíça, aproveitou a oportunidade para promover diversas alterações no jogo dos desiludidos -, a primeira ocasião de golo surgiu logo ao segundo minuto, quando o goleador do Tottenham enviou a bola à barra da baliza de Yann Sommer.

O guardião suíço surgiria, já perto do primeiro quarto de hora de jogo, de novo no caminho de um remate fraco de Sterling, evitando que os britânicos saíssem na frente.

O jogo caminhava para uma fase menos interessante, com os suíços a investirem nas transições e na meia distância, mas sem qualquer perigo para Pickford, que só na segunda parte foi obrigado a intervir para travar as intenções de Granit Xhaka, autor do primeiro verdadeiro remate helvético, a passe de Shaqiri. 

Antes, já Sommer tinha evitado alta traição de Fabian Schär, que ao tentar desfazer um cruzamento de Danny Rose, esteve na iminência de marcar na própria baliza. Sommer desviou com a ponta dos dedos e o poste fez o resto.

A quebra de ritmo seria acentuada pelas substituições, que pouco alteraram, apesar do empenho de Steven Zuber na Suíça e de Callum Wilson nos “três leões”.

A selecção suíça esteve, contudo, na iminência de ser derrotada por um golo tardio, obtido precisamente por Wilson (artilheiro do Bournemouth, que em Março se estreou pela selecção na goleada, 1-5, alcançada em Montenegro), mas, tal como no penálti frente a Portugal, o VAR (que já tinha desvalorizado um contacto de Mbabu com Sterling na área suíça) surgiu de novo em auxílio dos helvéticos, anulando o lance por infracção do próprio Wilson (falta sobre o central Akandji​), o que acabou por revelar-se determinante para o nulo final dos 90 minutos e para novo prolongamento para os ingleses, que no processo somaram mais uma bola na barra (cabeceamento de Dele Alli).

Com Sommer em destaque, a evitar que Dele Alli e Calum Wilson resolvessem a questão no prolongamento, a decisão foi mesmo para penáltis, mas não sem um último remate à barra, o quarto para os ingleses, num livre de Sterling. Nos 11 metros, falhou Drmic… ao 12.º penálti de uma série imaculada a que Pickford pôs termo.

Fonte: Público

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