A Fitch Ratings apresentou em Junho a notação da telefônica, demonstrando, caso se mantenha o cenário macroeconómico, a elevada “Probabilidade de Inadimplência do Emissor em Moeda Estrangeira e Local a Longo Prazo (IDRs) da Oi SA em ‘B-‘, o Rating Nacional de Longo Prazo em ‘BB- (bra)’ e a nota das notas de 2025 em ‘B -‘ / ‘RR4′”.

O Outlook de Avaliação é Estável.

A notação reflete melhorias no perfil financeiro da companhia brasileira após reestruturação da dívida, mas insiste no fraco desempenho operacional, nas perspectivas incertas de recuperação e elevada incapacidade de competir.

A classificação da nota até 2025 é limitada pelo “Tratamento de classificação de recuperação específico da Fitch em ‘RR4′”, equalizando as classificações com o IDR.

Segundo a Fitch, a Oi opera num setor que é intensivo em capital e apresenta rápida mudança tecnológica. Deste modo, a agência espera que o mercado brasileiro de telecomunicações permaneça competitivo em convergência com a à gradual recuperação econômica do país, levando a telefônica a tentar recuperar clientes por uma guerra de preços, provocando maior erosão na já frágil e diminuta receita.

Para a instituição de notação, a dívida da companhia brasileira continuará a crescer, mesmo com o aporte após plano de recuperação judicial e obtenção de dividendos de Angola, o que levará a necessidade de venda de activos não estratégicos nos quais está incluída a participação na UNITEL.

Até Março a Oi poderá decidir a saída da rede móvel e continuidade apenas na rede de fibra.