BENGUELA: Fábrica de celulose do Alto Catumbela dinamiza plantação de eucalipto e pinho.

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A informação foi avançada hoje, em Luanda, pelo secretário de Estado para as Florestas, André Moda, no acto de entrega formal dos perímetros florestais públicos de Benguela, Huambo e da Huíla, pelo Ministério da Indústria ao Ministério da Agricultura e Florestas.

Sem avançar a quantidade de metros cúbicos de madeira a serem explorados, nem de celulose por produzir, o secretário disse que desta superfície 120 mil hectares serão para a exploração e 80 mil hectares servirão para a expansão do património florestal público existente.

Para si, a referida transferência de tutela, que vai ainda ser lavada a consideração do Presidente da República, num prazo não superior a 30 dias, prevê ainda repovoar uma área original de 148 mil hectares, povoar uma área de expansão de 52 mil hectares e celebrar contratos de concessão com até 20 empresas.

Entretanto, André de Jesus Moda disse que vão formar nestas regiões mil 50 apicultores tradicionais, instalar 30 mil 500 colmeias melhoradas e a produção de 630 mil litros de mel por ano.

Serão igualmente formados 150 fiscais e instalar 25 postos fixos e seus respectivos equipamentos.

A referida transferência enquadra-se no âmbito da implementação do Despacho Presidencial nº 42/19, de 26 de Março, que revogou o Despacho Presidencial nº 79/15, de 28 de Setembro e anulou o Acordo de Parceria celebrado entre o Ministério da Indústria e a empresa Estrela da Floresta (empresa detida até então pelo Fundo Soberano de Angola) que visava a concessão, gestão e exploração dos perímetros florestais de eucalipto localizados nas províncias de Benguela, Huambo e Huíla.

Os referidos perímetros florestais incluem as áreas anteriormente adstritas a ex- Companhia de Celulose e Papel de Angola, aos Caminhos de Ferro de Benguela e ao Instituto de Desenvolvimento Florestal.

Fonte: Angop.

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