Angola vai desfazer-se das participações no grupo China International Fund (CIF).

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O maior e mais ambicioso plano de privatizações apresentado na história de Angola, cujo objetivo indicativo é terminar em 2022, concebe a venda de empresas e participações do Estado em todos os sectores.

Após decreto do Chefe de Estado, denominado PROPRIV, Angola quer desfazer-se da join-venture entre a Sonangol e a China International Fund (CIF).

Assim, está definida a venda do activo China Sonangol Internatiol Limited (CSIL) e China Sonangol International Holding (CSIH), estando o seu concurso agendado para 2020.

A CSIL está sediada em Hong-Kong, e corresponde a uma parceria entre a Sonangol e a China International Fundo, sendo o comerciante oficial das exportações de petróleo angolano para a China, e tendo ainda diversas concessões para exploração de ouro negro naquele país africano.

A CIF esteve ainda envolvida nos maiores projetos de construção e reconstrução de Angola a partir de 2002, tais como o Novo Aeroporto Internacional de Luanda e a ferrovia nacional.

De acordo com o Africa Monitor Intelligence, a CISM é detida em 70% pela Dayuan International Development Limited, que pertence a CIF), e em 30% pela Sonangol – CSIL e CSIH, tendo sido chefiadas pelo empresário chinês Sam Pá, entretanto preso, num caso que envolve processos de corrupção na licitação e obtenção de blocos em Angola à favor da SINOPEC.

Fonte: Macauhub/CLBrief.



		
	

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