Ministro exige utilização efectiva da base de combustíveis por parte da Pumangol.

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O ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, pediu nesta sexta-feira, um entendimento urgente entre a Sonangol e a Pumangol para o início da utilização efectiva da base de combustíveis da Pumangol, em Luanda.

Falando à imprensa, depois de um encontro de acerto com as direcções das duas companhias, o governante quer ver ambas partes a cumprir as promessas feitas durante o encontro, em 2020.

A base com um investimento de 500 milhões de dólares americanos, onde a Sonangol detém perto de 27%, tem uma capacidade de armazenamento de perto de 300 mil metros cúbicos de derivados de petróleo, sendo usadas em apenas 20%.

De acordo com o governante, são instalações modernas e que praticamente não estão a ser utilizadas.

“Iniciou-se o processo de utilização das instalações a um nível ainda bastante baixo, mas nos foi prometido que até ao dia 2 de Abril de 2020, tudo estará concluído e as instalações passarão a ser usadas dentro daquilo que é a sua capacidade total”, disse.

Segundo afirmou, o Estado gasta mais com a utilização de armazenagem flutuante do que em terra, tendo em conta a capacidade de armazenamento no mar ser considerável ainda, que rondam aos 340 mil metros cúbicos.

Por seu turno, o PCA da Sonangol, Sebastião Martins, disse que o aumento da produção tem a ver com as tarefas que devem ser realizadas no upstream e que o Estado está a fazer na qualidade de empresa nacional é identificar as áreas que têm potencialidades para poder aumentar os níveis de produção.

Por outro lado, o director geral da Pumangol, Patrício Echavago, assegura que em função da infra-estrutura, tecnologia e as suas capacidades, tem estado a investir bastante no capital humano, sendo a sua força de trabalho e equipas de gestão, constituídas maioritariamente por angolanos.

A Pumangol, subsidiária angolana da petrolífera internacional Puma Energy tem atividade nos mercados de refinação e distribuição de combustível em mais de 45 países e garante que a infraestrutura instalada em Luanda é uma das maiores do género em todo o mundo.

O grupo com sede em Singapura tem eixos regionais em Joanesburgo (África do Sul), San Juan (Porto Rico), Brisbane (Austrália) e Talin (Estónia), tendo entrado em Angola em 2004 (Pumangol), através de uma parceria com a concessionária estatal Sonangol.

A Pumangol construiu estruturas nas 18 províncias angolanas, incluindo instalações de armazenamento a granel e uma rede de retalho com mais de 70 postos de combustível.

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