O ex-ministro das Finanças, Archer Mangueira, declarou ontem em tribunal que, no primeiro encontro em Lisboa (Portugal) com os promotores da criação de um fundo de investimento estratégico para financiar projectos estruturantes em Angola, percebeu que a proposta “não era convincente do ponto de vista técnico, jurídico e financeiro.”

Ouvido como declarante na primeira audiência deste ano no julgamento que decorre na Câmara Criminal do Tribunal Supremo, Archer Mangueira disse sob juramento que, no encontro da capital portuguesa, descobriu que não estavam perante banco algum nem de sindicato bancário que iria liderar o processo de criação de um fundo de investimento.