RE/MAX: Angolanos destacam-se pela terceira posição na compra de casa em Portugal. Africanos apenas são ultrapassados por brasileiros e franceses.

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A imobiliária atingiu 5,20 mil ME de volume de preços em 2019, mais 19% do que no período homólogo.

“A RE/MAX […] encerrou o ano de 2019 com um volume de preços na ordem dos 5,20 mil milhões de euros relativos às cerca de 68.000 transações, 78,6% das quais de compra e venda de imóveis”, indicou, em comunicado, a imobiliária, acrescentando que cresceu, face ao ano anterior, 9% no volume total de transações e de 19% em volume de preços.

Por distrito, ao nível das transações, Lisboa liderou o ‘top 10’, com um total de 30.681, o que corresponde a 45,2%, seguida pelo Porto (13,2%), Setúbal (9,7%), Faro (5,4%), Braga (5,2%), Leiria (3,5%), Santarém (3,3%), Coimbra (3,1%), Aveiro (2,9%) e Évora (1,3%).

No período de referência, continuam a ser os portugueses quem mais compra ou arrenda casa, representando 81,3% das transações, confirmando “o bom momento que a economia nacional atravessa e resultado de um maior acesso ao crédito”.

Em 2019, destacou-se o investimento estrangeiro de clientes brasileiros, cujo peso nas transações passou de 4,67% em 2018 para 6,20% no ano passado.

O ‘top 5’ das nacionalidades estrangeiras que mais imóveis negociaram com a imobiliária em 2019 é ainda composto pela francesa (1,78%), angolana (1,08%), chinesa (0,99%) e inglesa (0,95%).

A RE/MAX reforçou também a sua presença no mercado, ampliando as suas quotas entre 20% e 30% em distritos como Lisboa, mas também em toda a região Norte.

“O crescimento consistente dos nossos resultados tem a ver com duas variáveis: a primeira relacionada com os nossos fortes investimentos no aumento da capilaridade e na formação constante das equipas; e a segunda, consequência da primeira, é a confiança dos consumidores, que, além de reconhecerem a melhor oferta, procuram um serviço altamente especializado para garantir conforto e confiança numa operação que, em alguns casos, representa um investimento para toda a vida”, afirmou, citada no mesmo documento, a presidente executiva da imobiliária, Beatriz Rubio.

Esta responsável notou que a quota de mercado da RE/MAX deverá ainda crescer, acrescentando que a empresa verificou que existiam 125 concelhos do país onde não estava “praticamente presente”, tendo direcionado a sua aposta nesse sentido.

Em 2019, a imobiliária atingiu 10.519 profissionais, um número superior aos 9.691 registados no ano anterior.

Para 2020 a empresa espera manter o crescimento “nos dois dígitos”, tendo ainda como objetivo, a médio prazo, que, em 2023, quatro em cada dez transações imobiliárias que se realizarem em Portugal tenham a intervenção da RE/MAX. Por outro lado, a imobiliária quer aumentar os recursos humanos, apesar de não apontar um número em concreto.

Fonte: DV.

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