As cotações de petróleo mantêm a queda livre, sendo que em Nova Iorque, o barril West Texas Intermediate (WTI) está a perder 7,95% para 18,29 dólares e já chegou a tocar os 18,03 dólares, na sequência de uma quebra de 9,26%.

O barril em Nova Iorque está desta forma a cotar em mínimos de janeiro de 2002 e encaminha-se para a segunda semana consecutiva com uma descida acumulada de quase 20%. Desde o final de fevereiro, o WTI só conquistou uma semana no verde em oito, aquela terminada no passado dia 3 de abril. 

Em Londres, a referência para a Europa, a queda é mais branda, de 0,29% para os 27,74 dólares, o que não evita também mais uma semana de quebra, na ordem dos 12%. 

A pressionar a matéria-prima está o lado da procura, que é profundamente afetado pelas políticas de isolamento tomadas para a contenção da pandemia de covid-19. A Agência Internacional de Energia prevê que 2020 seja o pior ano da história para o mercado de petróleo.

Nem o anúncio conjunto da Arábia Saudita e da Rússia, que esta quinta-feira informaram os investidores que estão atentos ao mercado e que estão preparados para tomar medidas extra para controlar a evolução dos preços, conseguiu animar os investidores.

Fonte: Jornal de Negócios