Covid-19: Portugal regista 29.036 casos confirmados e 1.218 mortes

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Portugal registou, até à meia-noite de sábado, 16 de maio, 29.036 casos confirmados da doença Covid-19, mais 226 do que o dia anterior, segundo o mais recente boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde (DGS).

O número de vítimas mortais do novo coronavírus no país aumentou para 1.218, o que corresponde a mais 15 mortes nas últimas 24 horas.

O boletim epidemiológico divulgado esta manhã indica que, até à data, foram registados 294.009 casos suspeitos e 2.704 pessoas ainda aguardam os resultados das análises laboratoriais de Covid-19. Atualmente existem 262.269 casos não confirmados após as análises, e 25.640 encontram-se sob vigilância das autoridades de saúde.

A DGS revela que atualmente há 16.352 casos registados no Norte, 3.626 no Centro, 8.235 em Lisboa, 356 no Algarve, 135 casos na Região Autónoma dos Açores, 90 na Região Autónoma da Madeira e 242 casos no Alentejo.

Do total de 1.218 mortes, 693 foram no Norte, 221 no Centro, 275 em Lisboa e Vale do Tejo, 15 no Algarve, 15 nos Açores, uma no Alentejo, não se registando nenhuma na Madeira.

O boletim da DGS contabiliza uma vítima mortal masculina entre os 20 e os 29 anos, sete vítimas mortais do sexo feminino e seis do sexo masculino entre na faixa etária entre os 40 e os 49 anos de idade. Registaram-se 28 vítimas do sexo masculino e 12 do sexo feminino na faixa etária dos 50 aos 59, 72 vítimas entre os 60 e os 69 do sexo masculino e 38 do sexo feminino, 139 óbitos masculinos e 100 óbitos femininos entre 70 e os 79 anos. Registam-se ainda 347 vítimas masculinas e 468 vítimas femininas com mais de 80 anos.

Atualmente existem 649 internados, dos quais 108 estão em Unidades e Cuidados Intensivos (UCI) e 4.636 casos recuperados em Portugal.

Lisboa é o concelho com mais casos confirmados, totalizando 1.938, seguindo-lhe Vila Nova de Gaia com 1.479 e o Porto com 1.317. Matosinhos com 1.233, Braga com 1.153 e Gondomar com 1.153.

Em relação aos sintomas, os mais referidos são tosse (41%), febre (29%), dores musculares (21%), cefaleias (20%), fraqueza generalizada (15%) e dificuldades respiratórias (12%).

[Atualizada às 13h30]

Fonte: O Jornal Económico

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